Foto: jrd
Passaram nove anos desde que o Sacha adormeceu. É de novo tempo de recordar as esquinas e as sombras das árvores que inundavam os passeios, onde cada pedra tinha um encanto diferente e cada portal um novo cheiro.
Aqui vou eu, vagarosamente, como sempre acontecia, enquanto recordo o sorriso de ternura que costumava fazer, pela maneira como ele compreendia tudo o que lhe dizíamos, com excepção de um simples detalhe: Nunca conseguimos explicar-lhe que quando tocavam a campainha da porta, não era necessariamente para ele...

8 comentários:
Passem os anos que passarem, nunca esquecemos os detalhes...
Abraço, meu irmão
Eu da minha ainda não consigo falar. Ontem cruzei-me com uma boxer igual a ela, que me olhou como ela, e quase se me partiu o coração.
Por isso, como compreendo as suas palavras de saudade...
há criaturas que são quase "humanas", com uma pequena diferença: fieis e agradecidos...
Enternecedor, o teu texto. A presença dos nossos animais queridos, os que fizeram parte da família, nunca vai embora - eu sei. Por isso me comovi ao ler-te...
Bonita homenagem ao Sacha!
Abraço
Inesquecíveis.
Ficam colados a nós como a sombra boa que nos acompanha.
Abraço.
Belíssima a tua memória da família
Abraço sempre
Deixam muitas saudades os nossos amigos de 4 patas.
Beijo
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