30/01/10
Os nomes do salário VI
Salário agnóstico: Deixa muitas dúvidas.
Salário ateu: Não dá para acreditar.
Salário crente: Só com fé no do próximo mês
Salário católico: À espera da reforma
Salário islamita: Só no Ramadão é que chega
Salário protestante: O mais praticado
Salário ortodoxo: fiel mas duro de aguentar
Salário Judeu: O que é o salário?
Salário Amish: dá água pela barba.
Salário ateu: Não dá para acreditar.
Salário crente: Só com fé no do próximo mês
Salário católico: À espera da reforma
Salário islamita: Só no Ramadão é que chega
Salário protestante: O mais praticado
Salário ortodoxo: fiel mas duro de aguentar
Salário Judeu: O que é o salário?
Salário Amish: dá água pela barba.
28/01/10
Fogo amigo
Os marinheiros aventureiros/são sempre os primeiros/na terra e no mar(...)
Fossem eles misseis de submarino e poderíamos estar perante uma verdadeira sedição Pauloportista.
Fossem eles misseis de submarino e poderíamos estar perante uma verdadeira sedição Pauloportista.
27/01/10
A memória do terror (65 anos)
...................................Fotos: jrd-Agosto, 2009
Fiz estas fotos mas não "estive" aqui, porque aqui ninguém mais "esteve", ninguém mais interiorizou aqueles cheiros, sons e cores.
Ninguém mais, apenas as vítimas e os algozes deste espaço de ignomínia e desse tempo de morte.
A memória do terror. A dimensão do absurdo.
Ninguém mais, apenas as vítimas e os algozes deste espaço de ignomínia e desse tempo de morte.
A memória do terror. A dimensão do absurdo.
25/01/10
Se doessem...
De uma coisa podemos estar certos: Se a hipocrisia, a incompetência e o oportunismo doessem, a maioria dos nossos politicos já tinha mudado de ocupação.
23/01/10
Congelamento
Victor Constâncio, governador do Banco de Portugal (ainda), sempre foi um defensor convicto de grandes amplitudes térmicas.Já não preconiza o corte nos salários da Função Pública, mas tão só o seu congelamento.
Em contrapartida, levantado até ferver só mesmo o salário dele, se possível no Banco Central Europeu.
22/01/10
Departamento especial
Se o Apito redundou em absolvições, não obstante saber-se da existência de tudo isto, só nos resta esperar que a PGR venha a criar um departamento especial do tipo 'Ficheiros Secretos', para investigar casos "paranormais" de corrupção.
21/01/10
Da onomástica
Que país é este, não de excelência mas de excelências, em que muita gente influente, assumiu as chancelas de "doutor" ou "doutora", após um "crisma" feito à pressa, transformando essas expressões nos nomes próprios mais vulgares de toda a panóplia onomástica e destronando inapelavelmente as Marias e os Manueis, que marcavam os antigos baptismos?
Imagem: Guilherme Batista-designer
19/01/10
Finalmente! Santana foi...

Hoje, terça-feira, também podia ter sido a um Domingo, porque as lojas chinesas estão abertas e exibem um largo stock de medalhas, chapas e outros acessórios, foi preenchida uma lacuna imprópria da galeria de enfeitados da ditosa pátria.
Santana Lopes foi condecorado e é merecedor, porque não é menos do que os outros.
Assim, já pode acrescentar ao seu invejável perfil curricular de Ex-tudo, a condição de "Ex-cidadão não condecorado", que é certamente uma característica cada vez mais rara, nas nossas figuras públicas. Bem hajam todos.
Dos jovens
Cada vez são mais preocupantes as perspectivas dos jovens portugueses, qualquer dia só lhes resta acreditar no pai eterno.
Ary dos Santos
Epígrafe
De palavras não sei. Apenas tento
desvendar o seu lento movimento
quando passam ao longo do que invento
como pre-feitos blocos de cimento.
De palavras não sei. Apenas quero
retomar-lhes o peso a consistência
e com elas erguer a fogo e ferro
um palácio de força e resistência.
De palavras não sei. Por isso canto
em cada uma apenas outro tanto
do que sinto por dentro quando as digo.
Palavra que me lavra. Alfaia escrava.
De mim próprio matéria bruta e brava
... expressão da multidão que está comigo.
De palavras não sei. Apenas tento
desvendar o seu lento movimento
quando passam ao longo do que invento
como pre-feitos blocos de cimento.
De palavras não sei. Apenas quero
retomar-lhes o peso a consistência
e com elas erguer a fogo e ferro
um palácio de força e resistência.
De palavras não sei. Por isso canto
em cada uma apenas outro tanto
do que sinto por dentro quando as digo.
Palavra que me lavra. Alfaia escrava.
De mim próprio matéria bruta e brava
... expressão da multidão que está comigo.
Morreste "ontem" mas é hoje que faz anos, vinte seis, que te ofereci um cravo vermelho.
18/01/10
Para bom entendedor...
16/01/10
15/01/10
A normalidade
A CIP tem novo patrão, que ainda por cima é um ex-'sindicalista', é de prever que as relações laborais nalgumas empresas possam retomar a normalidade, i.é, vai passar a haver menos despedimentos de cada vez.
14/01/10
AMI - ICRC
....................... Anke MerzbachHaiti, o primeiro país a libertar-se da escravatura. Porque os "netos" dos brancos de ontem nunca aceitaram o que conseguiram os avós dos negros de hoje.
A AMI já partiu para a capital haitiana, onde terá missões relacionadas com a purificação de água e a distribuição de alimentos. A "conta de emergência Haiti" tem o NIB: 0007 001 500 400 000 00672. Por Multibanco, a entidade é 20909 e a referência 909 909 909.
No site da Cruz Vermelha Internacional pode deixar o seu contributo: http://www.icrc.org/web/eng/siteeng0.nsf/iwpList2/Help_the_ICRC?
Haiti

Mais uma tragédia enlutou o planeta, dizimando centenas de milhar de haitianos.
De novo por razões perversas, o mundo rico tem oportunidade de demonstrar que a Globalização pode ir além da destruição sistemática dos ecossistemas, da extracção desenfreada dos recursos naturais e da exploração e exclusão dos povos que nasceram no lado errado da história.
É tempo de aquietar a má consciência dos poderosos, mais uma vez à custa dos de sempre, os condenados da terra.
De novo por razões perversas, o mundo rico tem oportunidade de demonstrar que a Globalização pode ir além da destruição sistemática dos ecossistemas, da extracção desenfreada dos recursos naturais e da exploração e exclusão dos povos que nasceram no lado errado da história.
É tempo de aquietar a má consciência dos poderosos, mais uma vez à custa dos de sempre, os condenados da terra.
Imagem. The Daily Haitian Times
Dos "nossos"
É corrupto, sectário, funâmbulo e oportunista. Que importa? É do nosso partido.
É fanático, faccioso, batoteiro e parcial. Qual é o problema? É do nosso clube.
É vigário, onzeneiro, escroque e traiçoeiro. Que se lixe! Está do nosso lado.
Pois é, o "inferno" são mesmo os (dos) outros!...
É fanático, faccioso, batoteiro e parcial. Qual é o problema? É do nosso clube.
É vigário, onzeneiro, escroque e traiçoeiro. Que se lixe! Está do nosso lado.
Pois é, o "inferno" são mesmo os (dos) outros!...
12/01/10
Expediente
Apetece-me ficar sozinho durante algum tempo. Vou ser pontual no encontro que tenho marcado para esta tarde.
11/01/10
Do frio
Soube-se que o frio que se faz sentir é, afinal, consequência dum bloqueio da circulação do ar. Por uma vez, Sócrates não vai ter necessidade de dizer que se trata de uma falsa acusação.
Cenários sombrios
É importante trazer de novo a talhe de foice, a realidade que Michel Foucault classificou de "fascismozinho reles", ao referir-se ao pequeno repressor que se insinua dentro de cada indivíduo e que extravasa tanto no seio familiar, como no quotidiano do trabalho e até nas situações mais comezinhas, se não se consegue eliminar graças a uma elevada consciência política ou a mecanismos de sublimação da ética, da educação e da honestidade intelectual.Não hesito em reconhecer que essa ideia corresponde ao que se vai passando por aí: Uma prática do dia-a-dia, ora semi-invisível ora às escâncaras, de subtis ou grosseiras opressões, que faz das relações interpessoais uma ruína e despreza as minorias; que ignora os idosos e os deficientes, que espezinha os humildes e os diferentes; que exerce crueldade sobre os animais, etc.
Daí que se possa experimentar alguma apreensão e até receio, pelo ovo de serpente que se está a pretender chocar.
E porque a nossa memória é também feita da memória dos outros, urge não baixar a guarda e estar atento aos cenários sombrios que, inevitavelmente, poderão resultar do ressurgimento de uma mentalidade hipócrita, obscurantista e anti-social que, paulatinamente, parece querer instalar-se de novo.
Imagem: O ovo da serpente, filme-Ingmar Bergman
09/01/10
Sem roupa...
08/01/10
Os nomes do salário V
Salário Aflição: Ai!
Salário Desconfiança: Hum?!
Salário Enfado: Puf!
Salário Medo: Uh!
Salário Surpresa: Hã?!.
Salário Decepção: Só?!..
Salário Espanto: Oh!...
Salário Desprezo: Baah!..
Salário ironia: Ih!
Salário Desconfiança: Hum?!
Salário Enfado: Puf!
Salário Medo: Uh!
Salário Surpresa: Hã?!.
Salário Decepção: Só?!..
Salário Espanto: Oh!...
Salário Desprezo: Baah!..
Salário ironia: Ih!
07/01/10
Sacando...
A velha meretriz está gasta e em crise, o trottoir já não dá como outrora, mas, mesmo assim, os gigolos da "Grand place" não desistem de querer sacar o deles...
Teatrinho
Encontros imediatos no terceiro degrau: A toilette dos nus
Comédia em um acto
Personagens: O Peticionário e o Deputado
Espaço Cénico: Escadarias de S. Bento
Peticionário (surgindo da direita alta): Ainda bem que te encontro. Continuas a ser deputado ou já voltaste a trabalhar?
Deputado (entrando pela direita baixa): Claro que continuo no Parlamento.
Peticionário: Óptimo! É que eu vim entregar uma petição com milhares de assinaturas para referendar a "toilette dos nus" e preciso de um lobby.
Deputado: Conta comigo, é preciso acabar com essa pouca vergonha.
Peticionário: Obrigado pá! Eu depois mando-te o catálogo.
Cai o pano-de-boca improvisado, rapidamente e com estrondo, em cima do parlamentar, que ficou em mau estado (não o pano mas o fulano) e a necessitar de baixa.
Moral da peça: Ainda não vai ser desta que os nus vão passar a andar vestidos.
Comédia em um acto
Personagens: O Peticionário e o Deputado
Espaço Cénico: Escadarias de S. Bento
Peticionário (surgindo da direita alta): Ainda bem que te encontro. Continuas a ser deputado ou já voltaste a trabalhar?
Deputado (entrando pela direita baixa): Claro que continuo no Parlamento.
Peticionário: Óptimo! É que eu vim entregar uma petição com milhares de assinaturas para referendar a "toilette dos nus" e preciso de um lobby.
Deputado: Conta comigo, é preciso acabar com essa pouca vergonha.
Peticionário: Obrigado pá! Eu depois mando-te o catálogo.
Cai o pano-de-boca improvisado, rapidamente e com estrondo, em cima do parlamentar, que ficou em mau estado (não o pano mas o fulano) e a necessitar de baixa.
Moral da peça: Ainda não vai ser desta que os nus vão passar a andar vestidos.
06/01/10
Dia de quê?...
Vai longe o rapazola
05/01/10
Casar, não casar ou as curiosas famílias Dinamarquesas

As movimentações em curso levadas a efeito por um segmento da nossa sociedade, integrado, entre outras, por pessoas de índole mesquinha, daquelas que vivem toda a vida "por debaixo dos panos", mas que, quais calhandreiras qualificadas, gostam de se intrometer na vida alheia e, pior, arrogam-se o direito de decidir sobre "o gosto dos outros", estão a atingir o auge da hipocrisia, agora que se aproxima a votação na Assembleia da República, da Lei que autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Para já, a sua indignação não extravasa esta disposição legislativa --se lhes derem trela, veremos até onde tentam morder-- mas reflecte o desespero de causa daqueles que teimam em não perceber que o processo de evolução da sociedade não é estático, tal como, na idade das trevas, outros, recusavam aceitar que a terra se movia
Assim sendo, et pour cause, afigura-se-me pertinente, dar uma nova achega, acerca da maneira como, noutras latitudes, este (não) problema entra no quotidiano das famílias:
É o caso dos Danes, hetero ou homossexuais, que adoram casar-se, mas para quem a instituição casamento nem sempre significa a assunção de um cometimento vitalício dos cônjuges.
Na Dinamarca até se cultiva o divórcio, o qual atinge uma das mais elevadas taxas de toda a Europa.
Pode mesmo concluir-se com alguma ironia, que o casamento é considerado como um preliminar necessário para o divórcio.
Em muitas situações constata-se que os Danes coabitam durante anos, sob a forma de “casados sem papéis” e só formalizam a situação, exactamente para se poderem divorciar.
A Dinamarca foi o primeiro país da Europa a autorizar uma forma específica de casamento entre homossexuais.
Tratou-se de uma decisão que reflectiu a tradicional atitude descomplexada e aberta de uma sociedade, em que as pessoas escolhem viver as respectivas vidas, exactamente como desejam, tendo como único condicionalismo, o não perturbar a existência dos outros.
Não há nem puritanismos hipócritas, nem arcas encouradas; ninguém franze o sobrolho ou guarda reservas mentais aos que, com naturalidade assumida, partilham pequenos-almoços e jornais matutinos antes de casar e até os próprios filhos, biológicos ou adoptados, aguardam tranquilamente que os pais decidam dar o nó.
Muitas crianças nascem de pais não casados ou são adoptadas por casais hetero ou homossexuais que, curiosamente, só decidem casar depois de terem filhos, mas isso não significa que o nascimento ou a adopção tenha lugar fora de uma relação estável.
São assim as curiosas famílias daquele que é considerado o país mais feliz do mundo e eu jamais ousaria contestar a maneira como, nesta área, cada um decide viver os seus afectos e emoções.
Para já, a sua indignação não extravasa esta disposição legislativa --se lhes derem trela, veremos até onde tentam morder-- mas reflecte o desespero de causa daqueles que teimam em não perceber que o processo de evolução da sociedade não é estático, tal como, na idade das trevas, outros, recusavam aceitar que a terra se movia
Assim sendo, et pour cause, afigura-se-me pertinente, dar uma nova achega, acerca da maneira como, noutras latitudes, este (não) problema entra no quotidiano das famílias:
É o caso dos Danes, hetero ou homossexuais, que adoram casar-se, mas para quem a instituição casamento nem sempre significa a assunção de um cometimento vitalício dos cônjuges.
Na Dinamarca até se cultiva o divórcio, o qual atinge uma das mais elevadas taxas de toda a Europa.
Pode mesmo concluir-se com alguma ironia, que o casamento é considerado como um preliminar necessário para o divórcio.
Em muitas situações constata-se que os Danes coabitam durante anos, sob a forma de “casados sem papéis” e só formalizam a situação, exactamente para se poderem divorciar.
A Dinamarca foi o primeiro país da Europa a autorizar uma forma específica de casamento entre homossexuais.
Tratou-se de uma decisão que reflectiu a tradicional atitude descomplexada e aberta de uma sociedade, em que as pessoas escolhem viver as respectivas vidas, exactamente como desejam, tendo como único condicionalismo, o não perturbar a existência dos outros.
Não há nem puritanismos hipócritas, nem arcas encouradas; ninguém franze o sobrolho ou guarda reservas mentais aos que, com naturalidade assumida, partilham pequenos-almoços e jornais matutinos antes de casar e até os próprios filhos, biológicos ou adoptados, aguardam tranquilamente que os pais decidam dar o nó.
Muitas crianças nascem de pais não casados ou são adoptadas por casais hetero ou homossexuais que, curiosamente, só decidem casar depois de terem filhos, mas isso não significa que o nascimento ou a adopção tenha lugar fora de uma relação estável.
São assim as curiosas famílias daquele que é considerado o país mais feliz do mundo e eu jamais ousaria contestar a maneira como, nesta área, cada um decide viver os seus afectos e emoções.
04/01/10
Lhasa de Sela
Lhasa de Sela - Pa' Llegar a tu lado
Lhasa de Sela - De cara a la pared
Mexeu comigo a entrevista que acabei de ouvir há minutos, com esta grande cantora, a cantora nómada, falecida no primeiro dia do ano, com 37 anos.
02/01/10
A mensagem
(...) Quando gastamos mais do que produzimos, há sempre um momento em que há alguém que tem de pagar a factura.* Cavaco Silva
Emudeço; fascinado pela originalidade e pela dimensão do discurso, encantado pela eloquência da verbalização.
Curvo-me; esmagado perante o jogo histriónico e sumergido pelo conteúdo e pela profundidade da reflexão.
Rendo-me; deslumbrado face à estética da pose.
Ditosa a pátria que tal mensagem escutou.
* O "alguém" são sempre os mesmos. Acho eu, porque se não fosse isso nem sequer havia poste...
Emudeço; fascinado pela originalidade e pela dimensão do discurso, encantado pela eloquência da verbalização.
Curvo-me; esmagado perante o jogo histriónico e sumergido pelo conteúdo e pela profundidade da reflexão.
Rendo-me; deslumbrado face à estética da pose.
Ditosa a pátria que tal mensagem escutou.
* O "alguém" são sempre os mesmos. Acho eu, porque se não fosse isso nem sequer havia poste...
01/01/10
Apesar da ajuda
Quem define a linha editorial ou mais propriamente os conteúdos e a forma do bons tempos hein?!, somos nós, eu e o jrd, quer dizer, os dois em um. Sendo portanto fácil chegar a consensos.
Isto para reconhecer que, apesar da ajuda, não devemos ter sido suficientemente explícitos, quando lançámos um aviso à navegação, antes de separar as águas.
Acontece no entanto que, perante a insistência dum anónimo e grosseiro candidato a comentador -impublicável, não podemos deixar de nos inspirar em Abraham Lincoln e dizer-lhe que devia desistir, de uma vez por todas, de passar por aqui, a fim de que nós, eu e o jrd, possamos ficar apenas com a leve suspeita de que se trata de um "simples", em vez de continuar a fazê-lo, acabando definitivamente com a nossa dúvida.
Nota: Não há aqui qualquer crise de dupla personalidade, o plural majestático serve apenas para, modestamente, reiterar o pluralismo, ainda que selectivo, do blogue.
Isto para reconhecer que, apesar da ajuda, não devemos ter sido suficientemente explícitos, quando lançámos um aviso à navegação, antes de separar as águas.
Acontece no entanto que, perante a insistência dum anónimo e grosseiro candidato a comentador -impublicável, não podemos deixar de nos inspirar em Abraham Lincoln e dizer-lhe que devia desistir, de uma vez por todas, de passar por aqui, a fim de que nós, eu e o jrd, possamos ficar apenas com a leve suspeita de que se trata de um "simples", em vez de continuar a fazê-lo, acabando definitivamente com a nossa dúvida.
Nota: Não há aqui qualquer crise de dupla personalidade, o plural majestático serve apenas para, modestamente, reiterar o pluralismo, ainda que selectivo, do blogue.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










