
O óptimo é inimigo do bom. A América latina continua o seu caminho para a emancipação do poder discricionário do vizinho todo poderoso do norte.
A vitória de Michele Bachelet nas eleições do Chile, apoiada por por uma frente formada por Comunistas, Socialistas e Democratas-Cristãos, não obstante a preocupante abstenção de 53%, parece indiciar que a moldura progressista se vai alargando e a mudança é possível.