Desta feita não dou para a quermesse da campanha eleitoral e, ao contrário do que alguns possam imaginar, posso garantir que tal postura consegue ser perfeitamente mantida enquanto a dita dura -não confundir com ditadura- sem que sobrevenham quaisquer efeitos colaterais, por falta de informação.
Mal andaria eu se, decorrido tanto tempo de embustice na governança, ainda necessitasse que me dissessem por onde não devo ir.
Esta opção não implica, todavia, que fique indiferente à anunciada orgia da asneira que, noutra frequência, vai entreter este país cabisbaixo, mais uma vez preparado para assistir, ao desenrolar da deriva torpe e rasteira, em que vale tudo para manter ou alcançar o poder.
Assim sendo, vou também tocar no assunto, com luvas e ao de leve, bem entendido.