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30/04/17

Jean-Luc Mélenchon e a França insubmissa.

Andam num autêntico desassossego, de pantalha em pantalha e de folha em folha, os comentaristas com estipendio fixo e os preopinantes, pára-quedistas de ocasião, que arredondam a soldada com uns trocos à vez.
Agora é no “affaire” Mélenchon que fazem o investimento porque lhes garante o guito.
Entre eles há de tudo; uns são contra a esquerda, outros idem, e outros, ainda, não sabem bem, mas são também.
Atiram-se ao candidato da “França Insubmissa” às primárias, porque ele não dá indicação explícita de voto em Macron e só falta mesmo insinuarem que ele apoia a outra e  responsabilizarem-no pela passagem à 2ª volta da candidata Le Pen.
Acontece porém que, os tais desassossegados sabem que o Macron é oriundo da banca e, não obstante o “Wishfull thinking" que vão dissimulando,  nunca ouviram um homem de esquerda como é Mélenchon, admitir sequer a hipótese aconselhar o voto na Le Pen.
As cabalas nem sempre pagam dividendos durante muito tempo. É o caso.

14/12/15

L'espoir


L'extreme-droite à échoué à passer.

01/04/14

Le scam et la punition



Da Esperança à desilusão: Mais tarde ou mais cedo, os povos punem sempre os políticos desonestos que os enganam mas, lamentavelmente, nem sempre o fazem da melhor maneira.

06/05/12

L'Espoir

Oui! C'est maintenant, pas demain.
(On verra bien)

23/04/12

Sonhar não é fácil


Há muito que deixei de me embalar pelo embuste permanente do wishful thinking que corresponde, grosso modo, a confundir com a realidade tudo o que, não sendo mais do que  um desejo interiorizado e repetido à exaustão, se vai transformando numa espécie de "embaralha e torna a dar" em que o jogo sai normalmente  branco.
Isto não significa que tenha deixado cair a esperança na mudança. Não! Apenas reconheço que, tendo em conta o actual quadro de referências, é difícil sonhar que são estas, as urnas que vão fazer mudar o mundo.
No entanto e não obstante a votação patética na extrema-direita poder indiciar o ressurgimento de sinais inquietantes de um retrocesso civilizacional, é, ainda, essa esperança que me leva a acreditar que a França pode, na segunda volta, virar uma página na História e inverter a tendência anti-progressista dos últimos mandatos presidenciais.

21/04/12