Andam num autêntico desassossego, de
pantalha em pantalha e de folha em folha, os comentaristas com
estipendio fixo e os preopinantes, pára-quedistas de ocasião, que
arredondam a soldada com uns trocos à vez.
Agora é no “affaire” Mélenchon que fazem o investimento porque
lhes garante o guito.
Entre eles há de tudo; uns são contra a esquerda, outros idem, e outros, ainda, não sabem bem, mas são também.
Atiram-se ao candidato da “França Insubmissa” às primárias, porque ele não dá indicação explícita de voto em Macron e só falta mesmo insinuarem que ele apoia a outra e responsabilizarem-no pela passagem à 2ª volta da candidata Le Pen.
Acontece porém que, os tais desassossegados sabem que o Macron é oriundo da banca e, não obstante o “Wishfull thinking" que vão dissimulando, nunca ouviram um homem de esquerda como é Mélenchon, admitir sequer a hipótese aconselhar o voto na Le Pen.
Entre eles há de tudo; uns são contra a esquerda, outros idem, e outros, ainda, não sabem bem, mas são também.
Atiram-se ao candidato da “França Insubmissa” às primárias, porque ele não dá indicação explícita de voto em Macron e só falta mesmo insinuarem que ele apoia a outra e responsabilizarem-no pela passagem à 2ª volta da candidata Le Pen.
Acontece porém que, os tais desassossegados sabem que o Macron é oriundo da banca e, não obstante o “Wishfull thinking" que vão dissimulando, nunca ouviram um homem de esquerda como é Mélenchon, admitir sequer a hipótese aconselhar o voto na Le Pen.
As cabalas nem
sempre pagam dividendos durante muito tempo. É o caso.