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12/10/14

O (C)rato esturricado


A propósito das declarações do ministro Crato de que vai apagar o fogo, apetece-me recorrer a Sartre para denunciar uma postura que, apesar de reconhecer que cheira a esturro na corte, teima em continuar o papel do pirómano, na política do rato queimado, em que todos lhe sentem o cheiro, mas os interesses instalados não permitem que o corpo do roedor seja removido.
Este governo carrega um rato esturricado na sua pasta, misturado com medidas gravosas e teimosias absurdas. Não obstante, continua a propagar aos sete ventos que a sua política é a correcta. O pior é que o fogo continua (antigamente era a revolução) em combustão lenta e quem vai ficando mergulhado nas cinzas são os súbditos do costume, que nunca mais vêem chegar os bombeiros.

18/05/14

中国人


Do maoísmo ao mandarim, chinesices são com o Crato. Já o Pires de Lima, parece cogitar na oportunidade que se oferece ao país, de poder a aplicar à malta, o regime de trabalho "made in China",  nas empresas do Vale do Ave e afins, sem necessidade de intérprete,

Nota de rodapé: O Cavaco está todo empenado. Querem ver que são as sequelas da reacção conjugal ao desconchavo de ontem?

03/12/13

Um buraco e um cu

Depois do embuste obsceno da troca de dívida por dívida, anunciado pela Maria Luís, que mais não representa do que um agravamento da agonia em que o país tem vivido e do recuo merecedor de escárnio do ma(o)u do Crato, permito-me ensaiar umas simples variações sobre o grande cineasta João César Monteiro.
«Esta governança , senhores, 
Sendo que o "buraco" onde nos enfiaram é o da Albuquerque da Finanças, ainda que o "cu" não seja o do Crato, já do deste tem saído m**da com abundância para empestar a Educação.