Num tempo em que os avanços tecnológicos permitem que a produção seja realizada sem criar novos postos de trabalho, o Neoliberalismo, que ainda não conseguiu inventar o consumo sem os salários -mas continua a tentar- vai alimentando a sua voracidade na venda das ilusões que ele próprio cria e desenvolve.
The Flow Market constitui por um lado uma brincadeira e por outro uma importante reflexão acerca da cultura consumista.
Apresenta-se como um supermercado de venda a retalho, completamente equipado e com filas de prateleiras repletas de várias embalagens de plástico, cujos rótulos prometem dar revitalização, paz, harmonia, etc. Todas elas estão vazias, mas demora algum tempo até que nos apercebamos do facto.
Aliás, muitos dos visitantes têm sido seduzidos pelas propostas, pelo que, junto das "caixas de pagamento" se encontram vários cestos onde ficam depositadas as embalagens, que os "clientes" mais distraídos, deste mercado fictício, retiraram das prateleiras, com o intuito de as adquirir.
Aliás, muitos dos visitantes têm sido seduzidos pelas propostas, pelo que, junto das "caixas de pagamento" se encontram vários cestos onde ficam depositadas as embalagens, que os "clientes" mais distraídos, deste mercado fictício, retiraram das prateleiras, com o intuito de as adquirir.
Apostila: Por motivos óbvios Portugal está a salvo deste logro...















