Fernando Campos
Este “advogarão”*, oriundo da extrema direita, teve um percurso curioso e principalmente colorido: Do verde e castanho passou ao laranja e depois ao rosa pálido, enquanto foi dizendo que antes morto do que vermelho. Pudera!
Este “advogarão”*, oriundo da extrema direita, teve um percurso curioso e principalmente colorido: Do verde e castanho passou ao laranja e depois ao rosa pálido, enquanto foi dizendo que antes morto do que vermelho. Pudera!
Agora,
assume a cor indefinida de quem sabe (ou se sabe!...), que quem não chora não
mama, não fosse ele o dono da quinta das lágrimas, e sugere que é
preciso acabar com estes partidos politicos.
A expressão é demasiado englobante, logo, habilidosa, o que não admira, tendo em conta a proveniência.
É uma opinião que nem sequer me interessa enfatizar, porque o seu autor já era contrário à existência de partidos, nem mesmo a velha União Nacional escapava, no tempo em que se assumia como nacionalista revolucionário e fazia oposição radical pela direita, à chamada primavera Marcelista.
O
que importa sublinhar é que, seja qual for a sua camuflagem, o protagonismo de patriotas como este, está sempre atento à crista da onda (entrevistas à SIC e ao Jornal de Negócios), preparado para recolher os despojos dos dias que correm, independentemente da posição em que exibiu ou exibe a palma da mão, sempre que a estendeu ou estende...
