"Vale
a pena morrer pelas coisas sem as quais não vale a pena
viver."
Salvador Allende
Salvador Allende
As
sangueiras dos 11 de Setembro de 1973 em Santiago do Chile e de 2001
em Nova York, cada uma com o seu significado próprio, mas ambas
fruto da bestialidade (des)humana parida pelos ventres, de novo
fecundos, do fascismo e do fundamentalismo religioso, representam sem
margem para equívocos, o triunfo da barbárie que continua a imperar
no mundo actual.
Tal como esta, outras datas ao longo do ano constituem efemérides de acontecimentos, cuja crueldade e violência deveriam constituir para os homens razão sobeja para parar e pensar até onde podem conduzir, a manutenção a qualquer preço de privilégios imorais e de desigualdades inaceitáveis, bem como a intolerância e o fanatismo elevados ao nível da mais completa irracionalidade.
É tempo de dizer basta ao grito de “Viva la muerte”, denunciado na terrivelmente bela "Guernica" de Picasso, que em cada 11 de Setembro nos ecoa aos ouvidos e nos recorda os horrores perpetrados pelos mandantes e seus matadores, em duas demonstrações iníquas do mais absoluto desprezo pela liberdade, pela paz e pelos direitos do homem.
Tal como esta, outras datas ao longo do ano constituem efemérides de acontecimentos, cuja crueldade e violência deveriam constituir para os homens razão sobeja para parar e pensar até onde podem conduzir, a manutenção a qualquer preço de privilégios imorais e de desigualdades inaceitáveis, bem como a intolerância e o fanatismo elevados ao nível da mais completa irracionalidade.
É tempo de dizer basta ao grito de “Viva la muerte”, denunciado na terrivelmente bela "Guernica" de Picasso, que em cada 11 de Setembro nos ecoa aos ouvidos e nos recorda os horrores perpetrados pelos mandantes e seus matadores, em duas demonstrações iníquas do mais absoluto desprezo pela liberdade, pela paz e pelos direitos do homem.
Pablo Milanes & Silvio Rodriguez

