29/11/14
28/11/14
27/11/14
Busca, busca!
Duzentos elementos pertencentes às diversas autoridades que investigam o universo Espirito Santo, efectuaram buscas em diversos escritórios e residências, incluindo o Banco.
Mesmo tratando-se de processos diferentes, haverá alguèm que acredite que, depois de três mês terem decorrido após a detenção (risos) e a inquirição ao DDT, ainda se vai encontrar algo de comprometedor?
Nem que fossem duzentos mil!
25/11/14
Das bocas...
Lá tive eu de ir ajustar a mira técnica. É o costume, fico com a pantalha esticada na horizontal, sempre que a Moura Guedes é filmada em "meio primeiro plano", quando está a vociferar e a regurgitar ressabiamentos.
22/11/14
21/11/14
As ostras e as pérolas 39
"O Bloco de Esquerda ladra mas não escreve" Isabel Moreira, Deputada do PS
Pois é, pode alguém -ela- ser quem não é?
Pois é, pode alguém -ela- ser quem não é?
As ostras e as pérolas 38
"Jamais podemos fazer reposições a políticos sem fazer primeiro às pessoas"
Duarte Marques, Deputado e ex-líder da JSD
O sujeito conhece bem a diferença.
Duarte Marques, Deputado e ex-líder da JSD
O sujeito conhece bem a diferença.
O meu (não) entendimento.
Se "ninguém" é perfeito é porque "alguém" é imperfeito. Ainda hoje não entendo porque é que passavam a vida a dizer-me: Esforça-te se queres ser alguém.
17/11/14
Da corrupção
15/11/14
13/11/14
Das "ências"
A "proficiência", a "veemência", a "eloquência" e a "coerência" desta senhora fazem-me perder a paciência e entrar em efervescência.
Dourando
Ministério da Justiça, Ministério da Administração Interna e Ministério do Ambiente significam que há um polvo dourado que envolve os vistos dourados. Logo, só pode dar gaiola dourada.
12/11/14
10/11/14
Das infecções perigosas.
Parece que a Legionella está a propagar-se rapidamente pelo país. Há umas décadas atrás era a Legião que estava perigosamente espalhada por todo o lado.
08/11/14
06/11/14
Po(st)emas LVIII
Chamei-te mar
No
mais íntimo da pele
Desgrenhei
o vento
Para
te desassossegar os cabelos
Escrevi
na água
Da
chuva
Para
ver
Como
as palavras
Se
desmoronam
No
mais íntimo da pele
Lá
estavas azul
Tão
azul tão azul
Que
te chamei mar
E
já é tanto...
Eufrázio
Filipe
In: Presos a um sopro de vento - Poética Edições (Novembro de 2014)
In: Presos a um sopro de vento - Poética Edições (Novembro de 2014)
Po(st)temas LVII
O poema é o centro
O poema é o centro – como livro, agora –
Ara, incenso, ícone ou hino – não mais cativo.
O poema está agora noutro lado.
Ilumina-se – fogo ardido - rosto de dias peregrinos
E memória do futuro – em cada palavra e verso.
Tatuagem de um tempo sem regresso
Arde festivo - dança o momentâneo brilho -
E recolhe-se desamparado...
Combustão de afectos mal guardados.
O poeta – qual cadinho – atiça o fogo
E derrama-se como água e soletra as cinzas
Quentes ainda - bago a bago...
Manuel Veiga
In: Poemas cativos - Poética Edições
O poema é o centro – como livro, agora –
Ara, incenso, ícone ou hino – não mais cativo.
O poema está agora noutro lado.
Ilumina-se – fogo ardido - rosto de dias peregrinos
E memória do futuro – em cada palavra e verso.
Tatuagem de um tempo sem regresso
Arde festivo - dança o momentâneo brilho -
E recolhe-se desamparado...
Combustão de afectos mal guardados.
O poeta – qual cadinho – atiça o fogo
E derrama-se como água e soletra as cinzas
Quentes ainda - bago a bago...
Manuel Veiga
In: Poemas cativos - Poética Edições
05/11/14
De novo a censura
Faz tempo que um efebo, de nome Sebastião, a quem deram um reino quando ele apenas tinha idade para a reinação, decidiu decretar penalizações para quem violasse as regras da censura, as quais iam desde a confiscação de bens, ao exílio e à pena de morte, para além da queima obrigatória das obras apreendidas.
A Censura inquisitorial tinha sido iniciada cerca de trinta anos antes pelo Inquisidor-mor, o Cardeal D. Henrique, que foi também o grande mentor do soberano.
A Censura inquisitorial tinha sido iniciada cerca de trinta anos antes pelo Inquisidor-mor, o Cardeal D. Henrique, que foi também o grande mentor do soberano.
Vem esta referência a propósito do que, paulatinamente e sob desígnios obscuros, se instalou na Tugalândia, em matéria de manipulação e controle dos média e despedimentos ignóbeis de jornalistas ou na proibição de publicações e obstrução a reuniões.
É certo que poderia ter recorrido a referências mais recentes, como casos que ocorreram no tempos plúmbeos dos coronéis salazarentos e esclerosados e das perseguições arbitrárias a muitos profissionais da comunicação.
Mas não, preferi recuar uns séculos, para dar mais ênfase a este mal atávico, ao verberar os actuais cultores da interdição discricionária e da informação pela deformação.
Gente de módico estofo e puritanismo bacoco, personagens residuais da Democracia, de azul no blazer, exímios no lápis do “corta” ou na imposição do "cala", que, num tempo de novo propício à censura, se prestam a servir de muleta a este poder manco e perverso.
Gente de módico estofo e puritanismo bacoco, personagens residuais da Democracia, de azul no blazer, exímios no lápis do “corta” ou na imposição do "cala", que, num tempo de novo propício à censura, se prestam a servir de muleta a este poder manco e perverso.
01/11/14
A contradição
Agora que o Halloween passou, já posso contradizer o post anterior. Confesso que levei o dia todo a pensar na bruxa da Gertrudes, mas, em compensação, nem sequer me lembrei do cabeça de abóbora.
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