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19/12/13

Cenas Parlamentares

Já chegámos à Ucrânia, perdão, à Madeira ou quê?!
E o Sátrapa anunciou que vai intensificar a luta. Mal posso esperar!

Apostila: São mais os links do que as palavras, mas como a lógica é uma semelha...

10/10/11

A novidade da Madeira

Dizer que o cidadão-eleitor tuga da Madeira é diferente, para pior, do do 'Contenente', é uma verdade de La Palice.
A Romaria continua, apesar da quermesse já não voltar a ser como era, o Sátrapa foi reeleito e já anunciou que depois das facadas dos barões, novos e velhos. se vai demarcar do partido a nível nacional.
Novidade mesmo, é a eleição de alguém que vai defender os animais. Imaginem a euforia do Cavalo imaginário de Prévert e da Mula da Cooperativa lá no alto do monte, para onde se escaparam depois de terem dado de garupa no cavaleiro de figura triste, o Alberto. 

22/09/11

O caruncho


A Madeira está carunchenta, mas este caruncho tem que se lhe diga e não deve ser desta que vai haver desinfestação.

Imagem: recebida por e-mail

21/09/11

Eles e os buracos?

Finalmente, o Presidente da República atreveu-se a balbuciar umas tímidas frases sobre o buraco da Madeira, mas, para além da dicção deplorável, dos erros de concordância e da confrangedora escassez de vocabulário, nada de substancial acrescentou à tibieza do seu silêncio anterior.
É caso para perguntar, em matéria de buracos, o que é que o Sr. Jardim sabe, que faz calar o Sr. Silva?

19/09/11

SOS, i.é, sms

                                                       clique na imagem para ampliar
Mas continua com 'rede'...

Imagem recebida por e-mail

05/09/11

O salazarento, a situação insustentável da ilha e a lógica da semelha.


Este sátrapa  salazarento, prepara-se para ser alcandorado, no pós-Kadhafismo, ao estatuto de líder mais antigo de toda a África.
Com total desfaçatez, continua a gozar(-nos) e sacar(-nos) na maior das impunidades, perante a pusilanimidade dos sucessivos poderes que, ao longo dos tempos, se instalaram no “contenente” e que, em relação a ele, nunca foram além de uma ou outra tímida investida, para logo se acoitarem com o testículo na virilha.
Mesmo com um buraco de quinhentos milhões, com a Troika ou sem ela, vai de novo ser eleito.
Há muito que na  ilha,  a lógica é uma semelha...

Poderá também ter interesse em:    O Sr. Jardim               E não se pode...

06/11/10

Querem ver que vai haver abstemia na Vigia.

Infuenciado pelos seus dois assessores omnipresentes, o Johnny Walker e o Jack Daniel's, que receiam perder o estatuto, Alberto João Jardim chamou ladrão ao Estado, por este não lhe permitir acumular a pensão de aposentação com o vencimento de presidente do governo regional.
Já em 2005, AJJ tinha proferido esta pérola do atlântico para os jornalistas que noticiaram a sua reforma: “Os bastardos da comunicação social do continente, eu digo bastardos para não lhes chamar filhos da puta”.Desta vez terá usado o qualificativo ladrão para não chamar a "outra coisa" ao Estado. É que se deve ter lembrado que também faz parte dele e até é conselheiro…

20/10/10

As ostras e as pérolas 10

(...) se o Psd se abster* na votação(...) / os portugueses vão ficar piores**(...)
*Ricardo Costa, **Alberto João Jardim
(Sic notícias)

25/02/10

A tragédia e o Senhor da Vigia

A impressionante tragédia que ocorreu na ilha da Madeira requer, para além da solidariedade e respeito, alguma contenção na análise e nos comentários que, a cada momento, nos afloram à mente.
Não obstante, não é mais possível ficar silencioso perante a postura lamentável do Senhor da Vigia, que não se enxerga e continua a regurgitar baboseiras e a bolçar insultos, chamando de canalhas aos que questionam as opções levadas a cabo na ilha, no que respeita ao ordenamento do território.
Desta vez, porém, introduziu uma nuance calculista, já que foi selectivo e poupou os 'contenentais' -que ainda há pouco tempo tinha, mais uma vez, ultrajado-, repetindo à saciedade, que não é altura de brincar com a política. Pudera! De onde é que lhe vai chegar a ajuda?...
Entretanto e enquanto manipula a actualização do número real das vítimas, num momento em que ainda não foram retirados dos escombros todos os corpos e que há funerais por realizar, insiste no anúncio da realização da festa da flor.
Não podia aguardar mais alguns dias para manifestar a intenção, respeitando a dor dos súbditos.
É um 'sempre em festa', este Presidente do Governo Regional e Conselheiro de Estado com perfil de alambique que, no alto da sua pesporrência continua, como sempre, a salvo de qualquer dilúvio.

17/07/09

E não se pode proíbi-lo?

Aproxima-se a campanha e AJJ, que não perde tempo, já iniciou os preparativos para mais uma digressão triunfal do seu espectáculo “A arte de regurgitar para arranjar espaço”, com o qual, antes da apoteose final no Chão da Lagoa, percorrerá todo o Arquipélago incluindo as Selvagens, onde pernoitará na gruta privada do famoso Neanderthal Ramos, o qual, como é hábito, preencherá as primeira parte das apresentações, com o conhecido, mas sempre aplaudido, número de mímica “O bugio, as bananas e os sifões”.
Como sempre acontece, as lotações estão esgotadas apenas com os chamados bilhetes de claque.
Desta vez o mote foi o “Fim ao Comunismo” e importa sublinhar que, ao contrário do que os incautos pensam, há muita coerência na iniciativa.
A lógica é uma semelha e não foi por acaso que na Madeira se pôs fim, de uma vez por todas, à fama que os vermelhos tinham de ser os maiores “comedores de criancinhas” do mundo.
Apesar de tudo, é de crer que se trata de um delírio pré-etílico, porque se fosse pós-prandial, o Jardim até tinha exigido a proibição de se beber água…

Dispepsias vs Comunismo


AJJ..............................................VPV

É uma barraca portuguesa concerteza. hic! É concerteza uma barraca portuguesa. hic!
Não comem da mesma malga, mas bebem do mesmo copo e regurgitam à vez; um em chuveirinho para cima da claque, o outro gosta mais de aproximar a cloaca do caneiro.

17/06/09

No mundo não há igual...

É uma alegria, reina a euforia na Vigia. Depois da transferência do endeusado originário de Cristo, segue-se a descoberta no Mar do Norte de um fóssil, que é, nem mais nem menos, do que parte do crânio do tetravô do indefectível Jaime.
Já lá dizia o velho Max: A Madeira é um jardim, no mundo não há igual...

13/01/09

Já chegámos à Madeira?

Era de prever, desta vez a Sic não perdeu a oportunidade e apostou na ilha em toda a linha.
Sendo um dado praticamente adquirido, que CR iria ser considerado o melhor futebolista do mundo, que melhor ocasião, do que aproveitar a jogada, para fazer o frete ao partido do dono e entrevistar o AJJ.
Se bem o pensou, melhor o fez e, vai daí, destacou o seu melhor moço de fretes para a empreitada, a qual, aliás, não poderia ter melhor introdução do que o patético, diria antes, foleiro, agradecimento do futebolista, a culminar num irreal “Divirtam-se”, que, além do mais, deve ter deixado espantada, a galardoada com o mesmo prémio, no sector feminino a brasileira Marta. cujas palavras simples mas escorreitas, marcaram uma diferença abissal, em termos de qualidade de discurso.
Há todavia que reconhecer, que todos nos divertimos com a performance pós-prandial (?) –tudo indica que sim– do Jardim, sobretudo porque se tratou de uma não entrevista.
Nada se passou a não ser o resfolgar ininterrupto daquele espécime ressabiado e com fortes indícios de esclerose intelectual, intercalado, aqui e ali, por deliciosas referências a dois conhecidos convivas da bambochata politica e jornalística do "contenente", a saber:
-Disse que em determinadas condições, vai até ao fim com a Manuela, o que à partida lhe retira o aplauso do Menezes e acólitos, que, com a dita, nem sequer suportam os preliminares.
-Criticou as denúncias do Sousa Tavares às dívidas continuadas da Madeira, facto que não deixa de constituir uma posição pouco elegante, sabendo que em matéria de “hic!, hic!” as inclinações de ambos são semelhantes, provavelmente, a diferença estará nas marcas e na duração das ressacas.
À parte, sublinhou diversas vezes que estava a falar para o povo português mas, coitado, equivocou-se redondamente porque, com aquela conversa, só mesmo para o povo madeirense…
E por aqui me fico, já que os alquimistas da análise politica vão certamente encontrar ouro onde só existiu pechisbeque.
Por outro lado e já que chegámos à Madeira vou pegar num dos meus livros de cabeceira: “Ou o Poema Contínuo”, do grande poeta madeirense Herberto Helder e aproveitar para lavar a mente.

30/12/08

O discurso...

A propósito do discurso de Cavaco, sobejamente "intepretado" por outros, prefiro falar do Jardim.
É que o Sátrapa está pouco habituado, a que os Açores substituam a sua coutada nas parangonas dos media e na abertura dos telejornais, vai daí, não perdeu tempo e acabou de bolçar as diatribes do costume.
E ainda faltam algumas horas para o reveillon. Imaginem só o que vai ser na próxima noite, quando, em plena exibição dos seus dotes de bufão de papada e bochechas reluzentes, vier destilar as fermentações da poncha acumulada ao longo do ano de 2008 e dizer que o Sr. Silva devia, em 2009, dissolver o “contenente” perdão, o Parlamento.

18/08/08

Fazer o dobro

Surpreendam-se! Mas, por uma vez, estou capaz de dar razão ao cabotino da Vígia. Talvez não seja má ideia "partir partidos" ao meio, para fazer o dobro e acabar com as maiorias absolutas.

14/05/08

Jardinices

Sempre que foi escrutinado, Alberto J.J. venceu folgadamente e com maiorias absolutas.
Diz-se que é o resultado do populismo indecoroso e da demagogia descarada em que o cavalheiro é mestre.
Fala-se que o povo da Madeira vota naquela figura de opereta porque é ignaro, iletrado ou mesmo analfabeto e porque é “Jardim-dependente” ao nível de emprego.
Tudo isto é de uma redundância absoluta, daí que não tenha surpreendido o anúncio da insana criatura ter renunciado à candidatura às eleiçoes no partido, certamente porque tem noção de que, no "Contenente", o grau de exigência, se bem que módico, é muito diferente e o enquadramento necessário, não cabe no Chão da Lagoa.
O curioso é que, enquanto apregoa com jactância que recusa cavalgar Quixotismos e se demarca de Sebastianismos, vai titubeando, qual Sancho Pança, um apoio atamancado ao menino guerreiro do nosso tempo.

30/04/08

Mentideros

O candidato Jardim anunciou que vai continuar a reflectir, mas, ao que se diz nos mentideros, a sua candidatura só estará dependente da adesão da tendência Santanista.
Com efeito, quando proclama que pretende evitar o que chama de balcanização do partido, o objectivo prioritário deste tosco unificador, é conseguir a sua "balcãonização", na qual reserva para si próprio o lado de dentro, local onde se sente à vontade graças à experiência adquirida ao longo de anos e anos de bambochatas, ao mesmo tempo que tenta assegurar que do lado de fora se acomodem os vários membros do clube da mão fria que, de copo na mão, volteiam em torno do ex-tudo.

14/04/08

O Sr. Jardim


O Sr. Jardim não se parece com um carroceiro, o lugar dos carroceiros é em cima da carroça; o Sr. Jardim não atingiu o estado de delirium tremens, apenas delira, porque quem treme são os outros; o Sr. Jardim não é um néscio, desde miúdo que sabe que a banana da sua terra é um fruto saboroso, cujo caroço também se come.
O Sr. Jardim é o principal anfitrião do Presidente da República, a quem chamou de Sr. Silva quando este era apenas o ex- líder do seu Partido, tendo granjeado nessa ocasião alguns sorrisos cúmplices junto de muitos dos que hoje lhe recriminam tamanha vulgaridade.
O Sr. Jardim decidiu de maneira cavilosa, que não se devia realizar uma sessão solene na Assembleia Regional, para assinalar a visita do mais alto Magistrado da Nação, o qual não se pronunciou acerca das razões invocadas para que a referida cerimónia não tivesse lugar, apenas os deputados injuriados manifestaram o seu repúdio pelas baboseiras regurgitadas pelo Sátrapa, que, ao que tudo indica, entende ser o Parlamento Regional uma extensão do hospício local.
O Sr. Jardim continua dono e senhor daquela parcela de terra rodeada de água por todos os lados e patrão dos servos-eleitores a quem paga soldada.
O Sr. Jardim é um folião, diverte-se e diverte os autóctones com frequentes bambochatas, nas quais, a golpes de poncha, dá largas à sua aversão ao Contenente e insulta quem nele vive.
O Sr. Jardim que em tempos, numa das suas costumeiras diatribes, desafiou o Poder Central a mandar a Marinha atacar a ilha, justificava sim, que lhe fosse enviada a Brigada Cinegética da GNR para o educar a ele.

Apostila: Por uma questão de honestidade intelectual, devo confessar que, não obstante as suas sucessivas ofensas, há uma posição do Sr. Jardim que merece o meu apoio: A independência e depressa!!!

Imagem: Web