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22/10/16
02/09/15
A falta de estética e de moral, na decadência de um político.
Chegou ao partido vindo da direita, passe o aparente desconchavo na definição do percurso.
A gamela de Estrasburgo, alimentou-lhe o ego mas não lhe cuidou da figura grotesca, que faria do Quasímodo de Victor Hugo, um perfeito Adónis, nem lhe disfarçou o esgar repelente, capaz de transformar o Nosferatu de Murnau, num generoso dador de sangue,
Sublimou a feieza, cultivou a sujidade da mente (coíbo-me de fazer alusões à higiene corporal, por não aplicável) e apurou os requintes de malvadez com que debita na cena politica.
O Rangel será certamente um protagonista, em forma de homúnculo, que a maioria vai usar até à exaustão, lado a lado com o Diogo pleonasmo, que, apesar de tudo, é só feio...
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