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08/06/12

Das bandeiras, do euro e do que mais adiante se verá...

Regressei há pouco de outra Europa, de um país “remediado”, no qual, por "casualidade", vive aquele que é considerado um dos povos mais felizes do mundo.
Um país onde não é necessário que a selecção esteja no “Europeu” (até está), para que as bandeiras nacionais, de vários tamanhos e formatos, marquem presença informal em todos os locais possíveis e imaginários: concertos ao ar livre, jantares de amigos, festas de aniversário, etc.
Trata-se de um atavismo que os danes cultivam de maneira descontraída e sem exageros despropositados e parolos.

Cheguei e logo de pronto me apercebi que a habitual coreografia envolvendo bandeiras e cachecóis (calcinhas, t-shirts e outras lingeries), não está em exibição nos palcos que constituem as varandas do Portugal cabisbaixo.
Por muito que interessasse a quem tutela o país, o tempo não é propício a grandes manifestações de folclore desportivo, daquelas que costumam servir de antidepressivo temporário. Creio mesmo que, desta vez, a campanha irá provocar o “efeito rebound” e deixar este povo ainda mais deprimido pelo fado da má sorte.
A ver vamos...