Depois de se manifestar contra o voo da Águia Vitória na Luz, seria interessante saber se a próxima luta do PAN é contra a presença de um coelho no governo.
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05/11/15
01/08/15
Animais mortais
Afinal os animais mais mortais para o ser o humano são o homem e o mosquito. O terrível tubarão não passa de mito e está bastante atrás na lista.
18/05/15
Sencientes
Dizer que os animais são seres sencientes é afirmar explicitamente que eles podem experimentar emoções positivas e negativas, incluindo dor e angústia.
Lamentavelmente, na maior parte do mundo, estamos muito longe de respeitar os direitos dos animais, ou melhor, de assumir as nossas obrigações para com eles, já que, como é do senso comum (?), nós é que somos os racionais.
30/01/14
Das necessidades fisiológicas dos cães
Variações sobre La Fontaine: Sendo o homem um animal doméstico, quem melhor do que um cão para o educar?
António Costa referiu-se à situação, mas como o alfacinha-tuga não vai lá com sugestões destas, talvez fosse interessante a experimentar a solução acima e afectar os cães contratados às Juntas de Freguesia.
22/12/13
29/11/13
A explicação dos animais
Eu sirvo-me dos animais para instruir os homens. Jean de La Fontaine
Image: Une vraie gauche en Autunois Morvan
O pica-pau e o esquilo apontam o caminho, o Homem somente necessita de lhes seguir o exemplo e criar um novo sistema. OK!?
O pica-pau e o esquilo apontam o caminho, o Homem somente necessita de lhes seguir o exemplo e criar um novo sistema. OK!?
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Short and sharp
15/11/13
Pegadas
Give a shit about nature
A teoria da superioridade do humano no mundo revela-se cada vez mais polémica para não dizer absurda.
De facto, um universo infestado de neoliberais; especialistas financeiros e mixordeiros de ocasião, é um cosmos em sofrimento permanente.
No que se refere aos animais, então, o homem é ridículo, tosco e "porco", com perdão dos suínos...
Por exemplo: Um avestruz é muito mais gracioso e veloz e, ao contrário do que apregoa a mitologia popular, não enterra a cabeça na areia para fugir das dificuldades, deixa isso para os homens; um cão, tenha ele pedigree ou seja o mais vira-latas dos cães, é infinitamente mais leal, mais honesto e confiável do que aqueles; um burro, mesmo suado do trabalho escravo, não necessita de usar sprays, é sereno e usa como únicas armas as patas traseiras para se defender deles.
Todos os detritos que produzem, são biodegradáveis e não prejudicam o ambiente.
Já o humano -leia-se humanoide- é uma besta que deixa um rasto de poluição a cada passada e representa uma ameaça constante contra natureza que o criou e, de vez em quando, decide manifestar-se, apesar de, por via de regra, confundir os alvos.
Numa perspectiva generalizada, o homem é o supremo bugio, o único, que tem "alma", mas necessita de se vestir e armar para não se assemelhar a uma tartaruga sem carapaça para se proteger ou a um boi sem rabo para afastar as moscas.
30/10/13
Animais de companhia
O governo decidiu limitar o número de animais de companhia permitido por apartamento. Porque não aproveitar a ideia abstrusa e impor limites à quantidade de assessores por ministério?
Já calcularam bem quanto se iria poupar em trelas e, sobretudo, em "desparasitantes"?
04/10/13
Dia mundial do animal
Ontem,
era um cão.
Hoje, sou um cão.
Amanhã, provavelmente, serei um cão.
Há tão pouca esperança de progredir.
Charles Schultz (Snoopy)
Hoje, sou um cão.
Amanhã, provavelmente, serei um cão.
Há tão pouca esperança de progredir.
Charles Schultz (Snoopy)
11/08/12
Civismo
12/06/12
Os Golfinhos e os homens
O video que muitos gostariam de ter protagonizado e que confirma que o homem ainda tem alguma humanidade.
10/10/11
A novidade da Madeira
Dizer que o cidadão-eleitor tuga da Madeira é diferente, para pior, do do 'Contenente', é uma verdade de La Palice.
A Romaria continua, apesar da quermesse já não voltar a ser como era, o Sátrapa foi reeleito e já anunciou que depois das facadas dos barões, novos e velhos. se vai demarcar do partido a nível nacional.
A Romaria continua, apesar da quermesse já não voltar a ser como era, o Sátrapa foi reeleito e já anunciou que depois das facadas dos barões, novos e velhos. se vai demarcar do partido a nível nacional.
Novidade mesmo, é a eleição de alguém que vai defender os animais. Imaginem a euforia do Cavalo imaginário de Prévert e da Mula da Cooperativa lá no alto do monte, para onde se escaparam depois de terem dado de garupa no cavaleiro de figura triste, o Alberto.
15/03/11
Os japoneses e os seus animais
07/11/10
Quem respeita quem?!...
Se alguém duvidava que os animais tem mais respeito pelos direitos do homem do que o inverso, o veemente protesto do cavalo da guarda republicana, ao derrubar o cavaleiro, em frente do Sr. Hu Jintao desfez completamente as dúvidas.
28/10/10
Linguajares
Não é preciso ser muito versado em linguística animal para saber que a abelha zune; a vaca muge; a galinha cacareja; o cavalo relincha ou crucita; o burro zurra ou orneja; a cobra sibila; o pombo arrulha; a ovelha bale; a pega palra; o elefante brama; a ovelha bale; o boi arrua; o galo cucurita; o peru gruguleja; a mosca zoa; o ralo rala e a raposa regouga.
Todavia, já é necessário um grau de conhecimento mais profundo para saber que o bode bodeja; o pavão pupila; o estorninho pissita; a garça gazeia; o gavião atita; o cisne arensa; a cigarra fretene; o camelo blatera; o leitão cuinca; a cegonha glotera; o cuco cucula e andorinha trinfa, trissa ou zinzilula.
Mas uma coisa é certa, muito mais complexo do que todas estas formas de expressão é o linguajar 'escaganifobético' dos Orçamentistas.
Todavia, já é necessário um grau de conhecimento mais profundo para saber que o bode bodeja; o pavão pupila; o estorninho pissita; a garça gazeia; o gavião atita; o cisne arensa; a cigarra fretene; o camelo blatera; o leitão cuinca; a cegonha glotera; o cuco cucula e andorinha trinfa, trissa ou zinzilula.
Mas uma coisa é certa, muito mais complexo do que todas estas formas de expressão é o linguajar 'escaganifobético' dos Orçamentistas.
21/10/10
O olhar cativo

Se os olhos são o espelho da alma, o olhar dos animais, mantidos em cativeiro nos zoos, comprova, sem margem para dúvidas, a falta de liberdade e o sofrimento presentes no seu quotidiano.
Elefantes, rinocerontes, hipopótamos, tigres, cabras montesas, girafas... animais diferentes entre si, com o mesmo semblante em comum: um olhar vazio que transmite alheamento e melancolia, como se tivessem consciência da sua verdadeira situação.
Um olhar triste, igual ao dos homens e mulheres que já passaram parte das suas vidas para lá das grades e no pátio de uma prisão.

Está demonstrado que um animal cativo ou confinado a um ambiente limitado, fica sujeito a sofrer uma série de alterações no seu comportamento, das quais resultam situações de tédio, stress e até mesmo depressão, uma vez que vive privado dos estímulos necessários ao seu desenvolvimento, que só o seu habitat natural lhe pode proporcionar.

Por outro lado, a permanente exposição ao público, cujo comportamento nem sempre é de respeito pelos animais, constitui uma forma de violência intolerável e indigna de seres -que se imaginam- humanos e se consideram no topo da cadeia evolutiva da espécies.
Estamos muito longe de respeitar os direitos dos animais, ou melhor, de assumir as nossas obrigações para com eles, já que, como é do senso comum (?), nós é que somos os racionais...
Fotos: oscar ciutat (caged)
01/10/10
28/03/10
27/03/10
25/03/10
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