Numa altura em que sombras negras ameaçam pairar de novo sobre a Europa, acaba de desaparecer uma das maiores figuras do cinema europeu, Alain Resnais (03/06/1922 - 02/03/2014), autor, entre muitos outros, de filmes como : Hiroshima mon amour, O último ano em Marienbad, Providence, Smoking/No Smoking, etc.
Alain Resnais: Nuit et Brouillard (Cinemateca 06/03/2008)
Auschwitz ou a repetição da pergunta «Quem é responsável?"
O sublime: a sua máxima expressão na passagem do verde para o cinzento. Um recuo temporal que nos coloca entre o entendimento e a razão.
A câmara que se move coleante e lenta, sem nunca se fixar, obsessiva, em longos travellings e demoradas panorâmicas, que ora penetram ora cercam as imagens, que (nos) constroem a memoria do terror. A sublimação do sublime.
Para que nunca mais!...
(Poste publicado em 07/03/2008 sobe a média metragem Nuit et Brouillard)
A câmara que se move coleante e lenta, sem nunca se fixar, obsessiva, em longos travellings e demoradas panorâmicas, que ora penetram ora cercam as imagens, que (nos) constroem a memoria do terror. A sublimação do sublime.
Para que nunca mais!...
(Poste publicado em 07/03/2008 sobe a média metragem Nuit et Brouillard)