02/05/14

Sacha


                                                       Foto: jrd

Passaram nove anos desde que o Sacha adormeceu. É de novo tempo de recordar as esquinas e as sombras das árvores que inundavam os passeios, onde cada pedra tinha um encanto diferente e cada portal um novo cheiro.
Aqui vou eu, vagarosamente, como sempre acontecia, enquanto recordo o sorriso de ternura que costumava fazer, pela maneira como ele compreendia tudo o que lhe dizíamos, com excepção de um simples detalhe: Nunca conseguimos explicar-lhe que quando tocavam a campainha da porta, não era necessariamente para ele...


8 comentários:

Rogério G.V. Pereira disse...

Passem os anos que passarem, nunca esquecemos os detalhes...

Abraço, meu irmão

Um Jeito Manso disse...

Eu da minha ainda não consigo falar. Ontem cruzei-me com uma boxer igual a ela, que me olhou como ela, e quase se me partiu o coração.

Por isso, como compreendo as suas palavras de saudade...

maceta disse...

há criaturas que são quase "humanas", com uma pequena diferença: fieis e agradecidos...

Justine disse...

Enternecedor, o teu texto. A presença dos nossos animais queridos, os que fizeram parte da família, nunca vai embora - eu sei. Por isso me comovi ao ler-te...

lino disse...

Bonita homenagem ao Sacha!
Abraço

GL disse...

Inesquecíveis.
Ficam colados a nós como a sombra boa que nos acompanha.

Abraço.

Mar Arável disse...

Belíssima a tua memória da família

Abraço sempre

Helena disse...

Deixam muitas saudades os nossos amigos de 4 patas.

Beijo