Os Jogos Olímpicos chegaram ao fim e desta vez a quimera do ouro foi isso mesmo, uma fantasia.
No medalheiro final registamos somente uma medalha de prata, o que significa termos ficado ao nível de 1960, em Roma, no tempo em que mandava o grande déspo(rtis)ta de Sta. Comba e a nossa comitiva era composta por umas dezenas de dirigentes, gerontes proeminentes, à frente de uma dúzia de atletas, muitos deles finórios de sangue azul.
No medalheiro final registamos somente uma medalha de prata, o que significa termos ficado ao nível de 1960, em Roma, no tempo em que mandava o grande déspo(rtis)ta de Sta. Comba e a nossa comitiva era composta por umas dezenas de dirigentes, gerontes proeminentes, à frente de uma dúzia de atletas, muitos deles finórios de sangue azul.
Foram nove os diplomas olímpicos, verdadeiros, conquistados graças ao mérito e ao esforço de alguns atletas.
Nada que se compare com o diploma, falso, aquirido pelo ministro que tutela o desporto, o Relvas, nos Jogos da Lusofonia, perdão, da Lusófona...
Nada que se compare com o diploma, falso, aquirido pelo ministro que tutela o desporto, o Relvas, nos Jogos da Lusofonia, perdão, da Lusófona...
Mais uma vez foi na navegação* que nos distinguimos. Imaginem só o que seria se houvesse Olimpíadas em pleno século XV.
* Lamentavelmente a navegação subaquática não faz parte do programa olímpico, porque se fizesse tínhamos os dois primeiros lugares do pódio garantidos.
* Lamentavelmente a navegação subaquática não faz parte do programa olímpico, porque se fizesse tínhamos os dois primeiros lugares do pódio garantidos.
2 comentários:
esse marmelo se tivesse concorrido na ginastica artistica...levava outro diploma...
Somos bons é na piroga!
Abraço
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