Democracia, quê? Mas bastava-lhe falar "amai o próximo..." etc etc. A maratona do amor só ser for nos seminários que dirigem, salvo seja. Ou, quiçá, uma maratona de amor entre o governo. Que o Moreno/branco diz que "não há lá arquivos". Se isto não é paixão é muito descaro. Abçs
... ah, não vi essa do aborto, da violência, do tráfico. Uma no cravo outra na ferradura, sempre de aguilhão na mão. Esta padralhada, ainda por cima de Braga, onde reinava o vice-rei do Norte e o arcebispo que recebia medalhas e prebendas ... enfim, valha-nos o raio que os parta!
A questão é que o 'amor' agora é um conceito na moda e, como sempre que uma coisa vira moda, é usada em todo o lado. Aqui há pouco tempo eram seminários sobre 'o amor na gestão' e até o António Borges lançou um livro (de que não sei se é o autor) que era 'O amor como critério de gestão'.
Agora estes também vêm com o amor para resolver mais uma série de problemas.
Não é que o amor não seja uma coisa boa. Mas quando a gente o vê ser invocado em vão para tudo e mais alguma coisa, já começa a desconfiar da 'bondade' da ideia.
6 comentários:
Não sei o que dizer sobre...essa...“maratona de amor” (?)
Ou se alguma maratonista aborta! Quer dizer... deve haver garantia divina de devolução ao estado anterior.
Pois!
0:)
eles poem joelheiras e depois vao ao C. de Saude se tiverem vaga...
Democracia, quê? Mas bastava-lhe falar "amai o próximo..." etc etc.
A maratona do amor
só ser for nos seminários que dirigem, salvo seja. Ou, quiçá, uma maratona de amor entre o governo. Que o Moreno/branco diz que "não há lá arquivos". Se isto não é paixão é muito descaro.
Abçs
... ah, não vi essa do aborto, da violência, do tráfico. Uma no cravo outra na ferradura, sempre de aguilhão na mão. Esta padralhada, ainda por cima de Braga, onde reinava o vice-rei do Norte e o arcebispo que recebia medalhas e prebendas ... enfim, valha-nos o raio que os parta!
A questão é que o 'amor' agora é um conceito na moda e, como sempre que uma coisa vira moda, é usada em todo o lado. Aqui há pouco tempo eram seminários sobre 'o amor na gestão' e até o António Borges lançou um livro (de que não sei se é o autor) que era 'O amor como critério de gestão'.
Agora estes também vêm com o amor para resolver mais uma série de problemas.
Não é que o amor não seja uma coisa boa. Mas quando a gente o vê ser invocado em vão para tudo e mais alguma coisa, já começa a desconfiar da 'bondade' da ideia.
Uma boa noite para si!
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